• claudia6788

Busca e apreensão





Não são raras as vezes, que o consumidor brasileiro adquire um veículo, prevendo que tudo correrá bem com seu emprego, sua saúde, e de repente precisa revisar aquelas prestações, adequando-as à sua realidade atual... E quando precisa de um ajuste com a financeira, iniciam-se as dificuldades, o banco não aceita diminuir as parcelas e o consumidor não vê outra saída senão a justiça, ou ele descobre no meio do caminho, que as taxas cobradas não são aquelas estipuladas em contrato, o que também pode ser arguido judicialmente, porque é fato notório que há cobranças indevidas em inúmeros contratos firmados, porém, necessitasse chegar antes do banco à justiça para assim ter possibilidade de evitar a apreensão do seu veículo.

Nesse caso, é necessário que se faça os cálculos do que realmente foi pago, se houve venda casada ou não, se houve descumprimento do contrato por parte do banco em taxas, IOF, venda casada e afins.


Conseguimos ao longo de muito trabalho e desenvolvimento de teses, proteger inúmeros veículos com seus possíveis proprietários, e após o processo, foram declarados proprietários de direito daquele bem, porque os pagamentos foram feitos da forma correta na justiça.

Quando se aciona a justiça, a conversa com os bancos fica no mesmo tom, e tudo muda porque você, consumidor, que é prejudicado reagiu! E agora com a intervenção do Estado (justiça) no caso, o banco não tem mais sua ampla e irrestrita liberdade de cobrar o que bem entende, devendo respeitar os limites da ética e da justiça. Procure um advogado o mais rápido possível, e terá o seu direito exercitado!

Ao entrar em contato comigo o seu nome será incluído no rol dos meus pagadores, se você tem direito a ser discutido, talvez até por uma cobrança acima do valor devido!


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